Firman
Aline Feitoza Oliveira (autora)
Edson Teles (autor)
Resumen
Este artigo busca explorar as implicações políticas do registro como sítio arqueológico a partir da Vala Clandestina de Perus, um contexto urbano, contemporâneo e funerário. O caso nos desafia a considerar o impacto da atribuição do status de patrimônio arqueológico a esses espaços, explorando suas oportunidades, obstáculos e limitações. Quando é apropriado classificar contextos recentes como sítios arqueológicos? Dentro da lógica da gestão patrimonial, como evitar as limitações, a falta de flexibilidade e a perpetuação de disputas de narrativas diante de sua gestão? Como agir quando narrativas e prioridades externas prevalecem sobre as locais? Analisando o seu histórico, interessa-nos partir de um olhar sobre a arqueologia como uma práxis, a partir da qual emerge uma sensibilidade única ao território envolvendo suas dimensões políticas, legais, éticas, materiais e estéticas.
Palabras clave
Sítio arqueológico histórico. Arqueologia Contemporânea. Gestão do patrimônio. Arqueologia forense. Vala Clandestina. Desaparecidos.
Revista o serie
Vestígios - Revista Latino-Americana De Arqueologia Histórica
Márcia Lika Hattori
Volumen 19(2)
Páginas 277-298